AUTOCARRO Nº38 2021 750 ML
Nariz intenso com notas cítricas, alguma pederneira a dar um toque mineral. Na boca acidez marcante, mas não agressiva, com nota de mineralidade e mais uma vez com notas cítricas a sobressaírem.
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Nariz intenso com notas cítricas, alguma pederneira a dar um toque mineral. Na boca acidez marcante, mas não agressiva, com nota de mineralidade e mais uma vez com notas cítricas a sobressaírem.
De cor amarelo citrino, com um aroma limpo, elegante, marcado pela maça verde, frutos citrinos e tropicais bem integrados com um toque subtil da barrica. Na boca é fresco e mineral no ataque, confirma os frutos citrinos e um amanteigado envolvente que dá a sensação de volume na boca. Complexo com boa persistência no final da prova.
Senhor de um "bouquet" prolongado.
O Syrah é produzido a partir da seleção dos melhores lotes de Syrah desse ano compondo assim um lote final que estagiou 16 meses em barricas de carvalho francês (50%) e Carvalho americano (50%).
De cor violeta escuro, apresenta notas intensas de frutos pretos. Um vinho redondo, de estrutura firme e persistente. Nariz exuberante com notas mentoladas, terminando com notas de amêndoas tostadas da barrica.
Cor Rubi com um nariz fruta preta, um lado vegetal proveniente do Jaen. Na boca é fresco, com taninos finos e algum especiado. Estrutura média, longo e persistente.
Aguardente superior produzida a partir de medronhos silvestres, cuidadosamente selecionados, colhidos à mão nas serras beirãs em Portugal. Este néctar excecional emerge do processo de destilação tradicional, suave e cheio de sabor.
Para breve colheita 2020.
«A Região dos Vinhos Verdes, não só tem, capacidade para criar dos melhores vinhos brancos no Mundo, como
também é capaz de criar tintos frescos e elegantes, fruto da sua acidez natural, proveniente do granito.
Elaborado a partir de ramadas com cerca de 80 anos, localizadas em Barcelos, selecionamos os cachos mais
saudáveis e fenolicamente maduros. Maioritariamente feito com Cainho Tinto, Pedral e Alvarelhão, a intenção foi criar um
vinho tinto fresco e elegante, também logo a partir da cor. Na minha opinião, trata-se, não necessariamente um “verde
tinto”, mas um Tinto feito na Região dos Vinhos Verdes.» Márcio Lopes.
«Com uvas provenientes do Douro Superior, nomeadamente de uma vinha com cerca de 50 anos, 10%uvas brancas e 90% uvas tintas. Uvas desengaçadas à mão. Grande parte da vinificação feita sem eletricidade. Os vinhos Proibido e Permitido, têm cada vez mais um denominador comum: Intervenção mínima tanto na vinha como na adega. Respeitamos assim o que a vinha nos dá, e tentamos que a transformação das uvas em vinho seja o mais natural possível. 2019, é nossa terceira colheita deste vinho.» Márcio Lopes.
Vinho de cor citrina e límpida, de aroma subtil e fino, com apontamentos de ameixa branca e notas pederneiras. Em boca o vinho é intenso e untuoso, com uma acidez vincada.
Vinho de cor salmão pouco intensa, aroma fino e delicado. Na boca é fresco, estruturado, intenso, com final muito longo.
Aspecto amarelo cítrico com notas florais e fruta madura, aliadas a aromas terciários de baunilha e mel. Vinho com uma boca rica, bastante cremosa e redonda, a sobressair as notas de alperce. E com a madeira bem integrada. Final longo e persistente.
Fermentação alcoólica em cubas de inox com “bâtonnage. Apresenta uma cor cítrica, revelando aromas complexos de frutos de polpa branca, baunilha e notas minerais. Na boca é denso e volumoso, com frutas e acidez produzindo um final longo e saboroso.
Trata-se de um vinho contido de aroma, mas poderoso, rustico, gordo na boca, que nada tem em comum com vinhos novos aromáticos e frutados... Um vinho que estagiou durante quase 11 meses em barrica.
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