MONTE DA PATA RESERVA 2022 750 ML
Retinto e intenso, evidencia os elegantes taninos provenientes de ligeiro estágio em barricas de carvalho francês. Encorpado, termina longo e aveludado.
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Retinto e intenso, evidencia os elegantes taninos provenientes de ligeiro estágio em barricas de carvalho francês. Encorpado, termina longo e aveludado.
Na Quinta do Sobreiró de Cima selecionámos uvas das castas clássicas transmontanas, combinando a intensidade aromática da Touriga-Nacional, com aroma floral e perfumado e a estrutura conferida pela Trincadeira, em conjunto com a frescura e acidez do Cabernet-Sauvignon. É um vinho jovem sem estágio em que sobressaem os aromas varietais.
Escuro na cor com tonalidade rubi. Aroma levemente frutado com evidentes notas de barrica (especiaria, fumo, tosta) e algum rebuçado de fruta. Encorpado, com madeira bem presente, tanino seco e alguma secura também no final de boca.
Cor rubi intenso com aromas de frutos do bosque e notas de menta e cacau
Estágio 10 meses em barricas de carvalho americano e francês
Pode um vinho dizer de onde vem? Luís Seabra acredita que se se reduzir a intervenção da vinha à garrafa ao mínimo, tal como o contacto com o inox, privilegiando a fermentação e estágio em madeira, os vinhos produzidos são crus e puros.
Este vinho revela-se com muita fruta escura, boa estrutura sem exagero, toque silvestre e um pouco de vegetal. Boa acidez.
Processo totalmente artesanal, curtimenta completa, sem recurso a bomba, talhas cheias manualmente. Vinificação com engaço sem recurso a leveduras selecionadas e sem controlo de fermentação. Maceração pós-fermentativa longa, respeitando o processo “vinho de talha tradicional”.
Apresenta cor ruby, aroma a frutos vermelhos bem maduros. A fruta exuberante, a força e juventude reveladas no nariz, rementem para os vinhos artesanais Alentejanos de talha de barro. Algumas notas de fruta preta, especiarias de fumo. Compotas e fruta passada a lembrar ameixa. O paladar é aveludo, redondo e macio, rico e “guloso”, com marcas “minerais” deixadas pela argila da sua origem. Conjunto intenso, potente mas equilibrado. Com uma boa estrutura de taninos firmes e acidez equilibrada.
Este lote apesar da inequivoca qualidade revelada ano após ano, da excelente potência aromática e da poderosa estrutura tânica, funciona de forma excelente em separado mas parece nunca 'encaixar' com os outros lotes, seus 'irmãos de ano'. Após largos anos a tentar incluir este vinho no lote feral da marca, decidiram não contrariar esta 'tendência' e renderam-se ao revelado espírito 'rebelde'. Este vinho invariavelmente evolui no sentido de não 'ligar com os outros vinhos' sendo ele, por si só e isolado, um produto de caracteristicas excepcionais, talvez... o devêssemos deixar revelar-se 'a solo'. Finalmente mantivemos este lote separado, estagiando em barricas 'à parte' e engarrafado com marca própria. Por tudo isto e à primeira vista 'OVELHA NEGRA'.
Também conhecida por Rufete, a Tinta Pinheira é uma casta com longa história no Dão.
É um tinto maduro, de textura sedosa, mas com bom nervo e sabor agradabilíssimo, muito vinoso, lembrando o bom cheiro dos lagares em plena vindima.
Obtido a partir das melhores vinificações da colheita, utilizando castas menos tradicionais na região.
Em 2017 resultou da vinificação da casta Alicante Bouschet, vindimada 11 de Setembro. Neste dia as uvas foram cuidadosamente colhidas e levadas para a adega, onde se procedeu à maceração pré fermentativa a frio, seguida de fermentação alcoólica à temperatura de 28ºC e de maceração prolongada. Encuba total de 20 dias. Estagiou 15 meses em barricas novas de carvalho francês e 24 meses em garrafa.
Um vinho com intensidade aromática, onde predominam bagas maceradas e especiarias com baunilha da madeira. Na boca evidencia corpo, boa acidez, sabores a fruta, taninos densos e sedosos e um saboroso e longo final. É um vinho não filtrado nem colado, por isso ao longo do tempo pode apresentar depósito.
Provém de uma vinha localizada na micro região da Ribeira de Oura numa encosta de média altitude exposta a Sul, com cerca de 20% de declive. Solo de origem granítica.
De cor granada profundo. Com notas de mentol, cássis e frutos negros harmonizadas com nuances de tosta da barrica onde estagiou. Na boca é um vinho estruturado e elegante, com taninos suaves. O final de prova é muito longo e persistente.
As uvas das diferentes variedades são colhidas de acordo com o seu estado de maturação e vinificadas separadamente. O desengace é total e a fermentação ocorre em de temperatura, e pisa feita por robot. A fermentação lagares de inox com controlo malolática e estágio é em barricas novas durante 13 meses.
Alpedrinha é uma Aldeia Histórica da Cova da Beira que, em 1406, viu nascer o Cardeal D. Jorge da Costa. Foi uma figura incontornável em Portugal e no Vaticano. Dominou de forma absoluta a igreja de Portugal. Entre 1480 e 1509 tendo sido por sua influência que foi criada a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Teve um enorme poder na Santa Sé, tendo sido eleito Papa, que recusou a favor de Júlio II. Além deste, D. Jorge da Costa acompanhou a vida de outros 3 Papas – Sisto IV, Inocêncio VIII e Alexandre VI. O “Cardeal de Alpedrinha” foi ainda o mentor do Tratado de Tordesilhas.
De cor rubi carregado, com aroma de fruta madura, ligeira compota, sugestões verdes e toque de cravinho. No palato é estruturado, com taninos presentes e persistente.6 meses em carvalho francês e 2 anos em cubas.
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