MARIANA BRANCO 2023 750 ML
Cor verde citrina. No nariz apresenta fruta fresca tropical e alguma mineralidade. Bom volume de boca, elegância e frescura.
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Cor verde citrina. No nariz apresenta fruta fresca tropical e alguma mineralidade. Bom volume de boca, elegância e frescura.
SABOREAR HISTÓRIA COM A MAIS ANTIGA CASA DE VINHO DO PORTO
Cada vinho conta uma história. No caso dos Colheita Kopke, essa história é única. Saborear um vinho é saborear história e no caso deste Colheita é recordar acontecimentos marcantes como a Revolução Portuguesa de 25 de Abril.
Profunda cor âmbar com laivo alaranjado. Bouquet complexo e elegante onde se destacam as sugestões de nozes e avelãs sob um harmonioso fundo melado. Paladar volumoso, bem estruturado mas simultaneamente elegante e equilibrado. Os sabores concentrados conferem-lhe uma particular profundidade e acentuam a sensação de persistência.
Data de engarrafamento: 2024
Este tinto apresenta uma cor encarnada escura e densa. No aroma, sobressaem frutos do bosque maduros ameixa e figo, equilibrados por notas elegantes de estágio em madeira. Na boca, revela textura sedosa e riqueza concentrada; é um vinho feito para harmonizar com gastronomia e elevar a experiência de prova, mantendo um final elegante e prolongado.
Apresenta uma cor citrina brilhante, de bolha fina e persistente com aromas a frutos cítricos e biscoitos. Revela-se macio, refrescante e com uma delicada acidez que lhe confere um ótimo equilíbrio. Um espumante muito versátil, quer para a mesa quer para aperitivo.
Produzido mediante uma combinação selectiva de uvas das castas tradicionais cultivadas nesta ilha, e beneficiado por um estágio mínimo de dez anos em pipas antigas de carvalho à temperatura propícia. É caracterizado pelo seu meio termo de doçura, sabor a madeira, encorpado e acentuado bouquet. Bebe-se isoladamente no fim das refeições acompanhando queijos ou sobremesas, servido à temperatura ambiente. Durante a conservação em garrafa, esta deverá ser mantida na vertical, ao abrigo da luz solar e num ambiente de temperatura moderada. O vinho Madeira permanecendo muitos anos na garrafa, ficará sujeito a formar algum depósito natural. Aconcelha-se que seja servido com o cuidado indispensável para não turvar.
De cor rubi profunda. O seu aroma revela notas terrosas e de frutos vermelhos frescos, com amplitude. Na boca predominam notas de bagas do bosque acabadas de colher, complexadas com notas de pimenta e especiarias. Somos surpreendidos pela sua densidade, frescura e taninos afinados. Perfil complexo, com um final sedoso e elegante.
Aroma rico, sugestões fumadas, combinando notas de frutos secos com charutos. Sabor muito redondo na boca, untuoso e licoroso, com bastante frescura.
Um blend de várias castas, provenientes de Vinhas Velhas: Tinta Roriz, Tinta Amarela, Touriga Franca e Touriga Nacional, entre outras. Blend de vários vinhos, com estágio médio de 20 anos. O estágio é efectuado em tonéis e cascos de carvalho de 600 litros.
Com quatro castas de grande carácter, o Taboadella Villae tinto é um lote diferenciador que forma um conjunto que pode apelidar-se de “casamento perfeito”. A Tinta Roriz confere estrutura e músculo, o Jaen evidencia a sua garra natural, o Alfrocheiro traz a mineralidade e a Tinta Pinheira demonstra os aromas de floresta e do bosque.
Este vinho surpreende pela sua pureza e sofisticação. Resulta do perfeito equilíbrio das principais castas da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinto Cão, uma composição bela pela simplicidade e transparência do nosso terroir.
A sua cor intensa estimula a memória individual e remete para a imensa vinha e para a paisagem agreste dos socalcos do Douro. Uma ampla viagem de sabores manifesta-se através da densidade e força de aromas alegres e sedutores, com um lado mais sofisticado cedido pela boa madeira de carvalho francês. Em prova fecha com uma estrutura musculada e uma textura suculenta que entrelaçam com o corpo do vinho e o fazem terminar tenso, longo e profundo.
Este Madeira muito personalizado conseguiu reunir os predicados essenciais, doçura/suavidade, óptima estrutura/aroma originando um final muito agradável. É um Madeira nobre ideal para finalizar uma refeição com chave de ouro, acompanhando sobremesas e café ou isoladamente, mas recomenda-se que seja servido à temperatura ambiente. Teve um estágio controlado em pipas antigas de carvalho durante dez anos. Recomenda-se que a garrafa seja mantida na vertical, ao abrigo da luz solar e num ambiente de temperatura moderada. O vinho Madeira permanecendo muitos anos na garrafa ficará sujeito a formar algum depósito natural. A concelha-se que seja servido com o cuidado indispensável para não turvar e se for necessário decantá-lo.
Cor ruby. Nariz profundo, fresco, complexo e intenso. Taninos polidos mas bem presentes e fruta generosa.
Fermentado em lagares de granito. 16 meses em balseiros de carvalho francês.
Uma excelente demonstração do carácter vincadíssimo do Douro, onde mesmo uma casta tão marcante como o Gewurztraminer é completamente transformada pela nossa região. Fez-se um vinho onde as características da casta em termos aromáticos e de sabores sejam bem evidentes, mas mantendo ao mesmo tempo o carácter dos vinhos brancos do Douro, a nossa estrutura, mineralidade e acidez. É portanto um vinho extremamente aromático com aromas a Líchia e Rosa (tão típicas desta variedade) muito evidentes, mas ao contrário do habitual, seco, austero e com bela acidez.
O nariz é bastante pálido e delicado, começando a se abrir com a luz do dia. Aquece gradativamente, liberando notas mais quentes de damasco e pêssego em calda.
A aeração traz um pouco de luz ao carvalho, que traz suavemente notas de brioche e até amanteigadas. A madeira é macia e cheia de especiarias doces, a baunilha acaricia o nariz com delicadeza.
O paladar é muito leve e extremamente fluido. Pela primeira vez, o rum ganha alguns toques torrados, que rapidamente desaparecem em favor das nozes gordurosas. Enquanto se pensa em cacau e amendoim, uma suave nota amadeirada acrescenta seu louro.
O final é suavemente picante, com baunilha e um toque de café.
De cor amarelo citrino, com um aroma limpo, elegante, marcado pela maça verde, frutos citrinos e tropicais bem integrados com um toque subtil da barrica. Na boca é fresco e mineral no ataque, confirma os frutos citrinos e um amanteigado envolvente que dá a sensação de volume na boca. Complexo com boa persistência no final da prova.
Senhor de um "bouquet" prolongado.
A qualidade da aguardente depende também das condições ambientais onde é envelhecida. O envelhecimento deve apresentar baixa luminosidade, ausência de ventilação, humidade relativa alta e constante. O envelhecimento tem a duração mínima obrigatória de 2 anos antes da comercialização, sendo que nós Adega Cooperativa da Lourinhã não produzimos aguardente com menos de 5 anos, é exclusivamente feito em barris de carvalho português, carvalho francês (allier e limousin) e castanheiro com capacidade inferior a oitocentos litros com vários tipos de tostas: ligeira, média e forte. A Aguardente DOC Lourinhã, apresenta-se como pura sem qualquer adição de corantes, nomeadamente, caramelo como meio para adaptar a cor. A sua cor, suavidade e aromas são dadas pelo rigoroso método de envelhecimento.
Alpedrinha é uma Aldeia Histórica da Cova da Beira que, em 1406, viu nascer o Cardeal D. Jorge da Costa. Foi uma figura incontornável em Portugal e no Vaticano. Dominou de forma absoluta a igreja de Portugal. Entre 1480 e 1509 tendo sido por sua influência que foi criada a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Teve um enorme poder na Santa Sé, tendo sido eleito Papa, que recusou a favor de Júlio II. Além deste, D. Jorge da Costa acompanhou a vida de outros 3 Papas – Sisto IV, Inocêncio VIII e Alexandre VI. O “Cardeal de Alpedrinha” foi ainda o mentor do Tratado de Tordesilhas.
De cor rubi carregado, com aroma de fruta madura, ligeira compota, sugestões verdes e toque de cravinho. No palato é estruturado, com taninos presentes e persistente.6 meses em carvalho francês e 2 anos em cubas.
Cor Café com leite, com reflexos que vão do castanho vivo ao avelã.
Equilíbrio harmonioso entre café e leite, com notas de cereais torrados, caramelo, cacau, baunilha e notas finais de flores e frutos secos
Cativante, sedutora e persuasiva, as notas de nata sobressaem no palato, acompanhadas pelo amargor moderado e pela acidez equilibrada do café.
Intensa cor âmbar-aloirada. Nariz opulento e voluptuoso de complexas especiarias, aromas gulosos e de frutos secos, toques de flor de laranjeira e uma delicada madeira proveniente do longo período de envelhecimento em casco. O paladar está cheio de sabores muito ricos e concentrados e tem um longo e aveludado final.
Esta é uma aguardente produzida somente com os bagaços de uvas tintas. Uma das características raras da produção desta aguardente, muito importante na vertente analítica e aromática, é a destilação ser feita imediatamente após concluir a fermentação no lagar, obtendo assim um teor de metanol muito baixo. Outra particularidade é ser vinificada sem retirar o engaço, por termos concluído em experiências anteriores que a intensidade aromática de uma aguardente bagaceira proveniente de uvas não desengaçadas é muito mais delicada. Esta aguardente é destilada em alambique de colunas na nossa própria adega.
Nariz intenso com notas cítricas, alguma pederneira a dar um toque mineral. Na boca acidez marcante, mas não agressiva, com nota de mineralidade e mais uma vez com notas cítricas a sobressaírem.
O Syrah é produzido a partir da seleção dos melhores lotes de Syrah desse ano compondo assim um lote final que estagiou 16 meses em barricas de carvalho francês (50%) e Carvalho americano (50%).
De cor violeta escuro, apresenta notas intensas de frutos pretos. Um vinho redondo, de estrutura firme e persistente. Nariz exuberante com notas mentoladas, terminando com notas de amêndoas tostadas da barrica.
Cor Rubi com um nariz fruta preta, um lado vegetal proveniente do Jaen. Na boca é fresco, com taninos finos e algum especiado. Estrutura média, longo e persistente.
Aguardente superior produzida a partir de medronhos silvestres, cuidadosamente selecionados, colhidos à mão nas serras beirãs em Portugal. Este néctar excecional emerge do processo de destilação tradicional, suave e cheio de sabor.
«A Região dos Vinhos Verdes, não só tem, capacidade para criar dos melhores vinhos brancos no Mundo, como
também é capaz de criar tintos frescos e elegantes, fruto da sua acidez natural, proveniente do granito.
Elaborado a partir de ramadas com cerca de 80 anos, localizadas em Barcelos, selecionamos os cachos mais
saudáveis e fenolicamente maduros. Maioritariamente feito com Cainho Tinto, Pedral e Alvarelhão, a intenção foi criar um
vinho tinto fresco e elegante, também logo a partir da cor. Na minha opinião, trata-se, não necessariamente um “verde
tinto”, mas um Tinto feito na Região dos Vinhos Verdes.» Márcio Lopes.
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